Blog do Diogo

Eu sou o início, o fim, e o meio...

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Nomes são rótulos,  idade é só um número, aparências enganam. Nada diz mais do que o silêncio de um olhar, ou do que o arrepio de um beijo.
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[Segunda-feira, Setembro 22, 2008]

Vez em quando, mas veeeeez em quando, dá uma vontade de voltar a escrever...
Soltar algo espontâneo.
São quase 3 da manhã, acabei de chegar em casa de uma gravação de um curta-metragem (calma, apenas sou ator coadjuvante, e encerrei minha vida artística hoje).
Estou só, em meu apartamento, no meu computador. Tenho meu carro, meu notebook, meu Ipod (160Gb :D )minha internet, meu telefone celular (pós-pago), meu violão, meu violino, minha bola de boliche, meus amigos, minha família, um emprego estável e promissor (apesar de exaustivo), enfim: aos 25 anos, quase 26, tenho muito além do que eu preciso, e quase tudo o que eu quero. Tive alguns problemas de saúde, enfim, um dia isso teria que acontecer, devido a vida boêmia, cigarro, má alimentação, ociosidade, descuido, mas comecei a fazer algo que eu nunca fiz antes: ir a médicos, fazer exames, tomar remédios, logo, iniciando uma campanha de me cuidar.
Há pouco estava pensando e relembrando momentos antigos de minha vida, por causa de um comentário de um amigo "Você é um romântico volúvel". Quando alguém faz alguma referência a isso, eu lembro desse blog. Lembro quantas paixões eu tive, e quando eu releio, vejo que cada uma delas tem um pedaço ainda dentro de mim, em maior ou menor tamanho. Hoje eu namoro uma pessoa sensacional, alguém completamente especial, que me ama, e que apesar de todas as diferenças que existem entre nós, é alguém que cuida de mim assim como cuido dela também. Talvez eu passe o resto da minha vida com ela. Talvez não. O que está em questão é: onde está a paixão, o fogo? Como é que as pessoas conseguem continuar juntas depois que biologicamente o corpo mata os estímulos da "atração ardente e explosiva"?
É onde eu entro em contradição quando digo que amo. Ora, vejamos: há a conquista. Uma arte, ao meu ver, ao menos assim a trato. Aproxima-se, mostra-se quem é, diverte-se, investe-se, e "créu". Aí vem o momento mais gostoso, o prêmio: o início do romance. Beijar, acariciar, conhecer o corpo, consumí-lo, desejar, sentir saudade, querer mais e mais, fazer planos, imaginar o futuro (e sentir-se bem com isso), apresentar família, amigos, tornar o meio social um só, dormir juntos, acordar juntos, sair juntos, viajar, acampar, conhecer novos lugares, visitar antigos, e... passam-se meses. As vezes anos. Aí vêm as brigas, reconcilia-se. O perdão causa um sentimento mais forte, uma intimidade incomum. Percebe-se que mesmo quando por alguns momentos não queremos mais a pessoa, que queremos terminar, em poucos instantes vem a saudade e passa uma borracha em cima de tudo. As brigas continuam, tornam-se sérias vez em quando. Cada um sai machucado, mas acaba perdoando, fazendo as pazes, até chegar ao ponto de todos em volta dizerem: "Brigaram? Mas voltam." E acabamos realmente por voltar. Só que existe um bicho, um monstro miserável, que devora muita, mas muita coisa: o TEMPO. Eu costumava dizer que duas coisas matavam o amor, a distância e a convivência. Mas nenhuma delas é mais cruel que o tempo. Na medida que as pessoas acabam se machucando, vem o desgaste, perde-se um pouco do respeito, tenta-se de alguma forma apelar, ser mais rude, "essa é a última vez", "essa é a sua última chance", e é onde as coisas começam realmente a desandar. Outra frase que eu sempre falei é que o segredo de um relacionamento estável é a igualdade de sentimento: não adianta um gostar mais do outro, tem que se gostar igual, mesmo que seja pouco. Dominar um relacionamento, ser a parte mandante, resulta sempre em uma parte submissa. E creio que a maioria das pessoas que convivem comigo não gostam de serem submissas. Muito menos de alguém ser submisso a elas.
Considerando que não há traição, coisa que eu abomino, não pratico, e não admito que pratiquem comigo, o desgaste contínuo acaba matando a saudade, diminuindo a vontade de estar junto, mas o meio social, o compromisso firmado do "namoro", e principalmente o costume/comodismo, fazem com que prolongue-se o relacionamento. É esse o ponto que a maioria dos relacionamentos acaba, por vários motivos, e isso varia de pessoa para pessoa, de índole para índole.
Em muitos, vem a atração pelo novo, de conhecer coisas novas, o ser humano é curioso por natureza, e se encanta com novidades. Se houver uma brecha, se nesse momento um terceiro se aproximar, e investir, e causar as primeiras sensações lá do começo, já era (eu ia dizer fudeu, mas tentemos manter o nível). Nem preciso descrever o resto: ou rola traição, ou alguém termina com uma desculpa esfarrapada (eu conheço poucos que diriam: Estou terminando pq me interessei por outra pessoa), ou vai aproveitar a próxima briga para ser a última delas. Alguém vai sair bastante machucado. Ou com o orgulho ferido. Tem muita gente que até gostaria de terminar, mas por terem terminado antes, sofre, não admite, volta e depois termina só pra dizer que terminou. E olhe que eu não falo de adolescentes...
Sobre isso, eu tenho uma lei absoluta: não dar chance ao azar. Não é tanto por falta de confiança ou ciúme, mas é não duvidar da capacidade do terceiro de balançar a mim, ou ao meu par. Alias, outra frase que eu digo muito: A BASE de qualquer relacionamento é a confiança. Confiança perdida não se recupera. E é bom sempre demonstrar que você merece ela.
Nisso, não tenho do que reclamar, e quem conhece meu relacionamento, sabe o quanto difícil ele foi, mas em momento algum, houve traição a confiança. Mas o tempo, o desgaste, as brigas, e tudo o que eu falei, me deixam com uma dúvida: se eu já passei por tudo isso, e ainda estou namorando, eu então, amo?
Eu sinto um vazio. Vários. Lembro muito de minhas 'ex', duas bem em específico, que eu não gostaria que tivesse terminado. Paro e tento traçar um futuro paralelo, como as coisas seriam se não houvesse sido interrompido o relacionamento, se eu tivesse agido diferente, se a felicidade seria maior, se existiria esse vazio. Hoje não sou mais romântico, não escrevo poesias, não faço coisas bonitas. Sou extremamente protetor, cuidadoso, atencioso, preocupado, mas não me sinto mais romântico. Não sei se foi pela vida, ou pela idade, hoje meu pensamento é objetivo, meus sentimentos são mais simples, minhas ações calculadas. Existe um muro em volta do meu coração que não permite que ninguém me faça sofrer como sofri em meu passado. E talvez seja esse o motivo do meu vazio, e da minha vontade de ser estável, de não viver novas aventuras. Acho que cansei.
Porém, há esperança. Hoje, minha vida gira em torno de minha estabilidade financeira, de meu desenvolvimento profissional (lê-se: promoção), e de meu aperfeiçoamento de conhecimento. Mas ainda sim, há esperança de sentir de novo tudo que senti nas histórias contadas nesse blog, porém, há esperança que tudo termine com um final feliz. Um dia, meu anjo cairá do céu. Ou então, voltará para mim.
Dormirei. Quando houver inspiração, eu novamente volto a escrever. E continuo achando que ninguém lê isso aqui. E fiquei curioso com os dois que comentaram, identifiquem-se!
Abraços


por Genesys * 3:36 AM
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[Domingo, Abril 27, 2008]

Depois de tanto tempo, de tanta coisa, de tantos casos, de tantas brigas, de ser noivo, de acabar noivado, ficar solteiro, ficar com outras pessoas, voltei aqui pra dar apenas um sinal de vida. Sinto saudades, as vezes quando releio, revejo meus sentimentos, revejo quanta coisa vivi e esqueci, quanta coisa deixei de fazer, o romantismo assassinado, o amor em novas versões... Diogo mudou, cresceu, é independente, um homem feito, dono da própria vida, do seu futuro, do seu carro, da suas amizades, enfim, um novo Diogo.
O interessante é o que eu acho de blogs hoje. Na época que blog era auge, nossa! Depois veio o orkut ... os fotolog´s ... e isso foi deixando de existir... de perder o sentido.
Hoje é engraçado que escrevo apenas pra mim, ninguém mais tem esse endereço, e as pessoas que o tinham, simplesmente não lembram mais, ou não dão mais importância. Mas hoje fico mais feliz de conseguir deixar isso aqui vivo mais um pouco, tentando de certa forma manter em memória a imagem do Diogo romântico, do Diogo que falava do amor de formas tão bonitas, que sentia as coisas novas e se emocionava, escrevia, sofria, botava pra fora... Hoje, depois de ler, me sinto até seco, vazio... É, era a consequência mais prevista de todas, ou eu matava o amor, ou ele matava a mim. E matou.

Mas ainda vivo, ainda gosto, me apaixono, me encanto, de formas novas, de formas diferentes, não tão fracas, nem tão fortes, apenas mais realistas, apenas cheio de milhões de defesas, de experiência, de saber tomar os cuidados quase automaticamente, de saber prevenir o que nem aconteceu ainda, de conquistar tudo o que eu gosto de forma rápida e suscinta, direta... Hoje acho a minha forma de "amar" tão mais simples, tão mais fácil... Quase não me machuco.
Não consegui vencer o ciúme, mas consegui embaçar a insegurança, disfarcá-la, tentando cada vez menos ligar para aquilo que me machuca. Já que me parece inevitável, então, preciso apenas aprender a aceitar e conviver, ou tomar os cuidados dia-a-dia para impedir que venha a me atingir. Seja uma traição, seja um abandono, seja descaso, ou qualquer das coisas que considero pontos fracos da humanidade, do amor, e que são os efeitos inevitáveis do tempo, que não há como fugir.


Bem, lavarei meu banheiro, e depois escrevo mais.


por Genesys * 12:13 PM
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[Sábado, Outubro 20, 2007]

Vamos reativar isso aqui. (Vamos = vou)

por Genesys * 7:20 PM
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[Domingo, Março 26, 2006]

Chatterton, suicidou
Kurt Cobain, suicidou
Vargas, suicidou
Nietzsche, enloqueceu
E eu, não vou nada bem

Chatterton, suicidou
Cléopatra, suicidou
Isocrates, suicidou
Goya, enloqueceu
E eu, não vou nada nada bem

Chatterton, suicidou
Marc-Antoine, suicidou
Van Gogh, suicidou
Schumann, enloqueceu
E eu puta que pariu, não vou nada bem...

Seu Jorge


por Genesys * 10:42 PM
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[Domingo, Janeiro 29, 2006]

E não é, que, de novo, estou gostando de alguem?

Hoje vou ao cinema com essa pessoa... então, escreverei melhor quando voltar.


por Genesys * 1:22 PM
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[Sábado, Dezembro 10, 2005]

Hm.....
Eu?
Eu sou...
Eu sou a mosca que pousou em sua sopa!
Eu sou o início, o fim e o meio...

Nascido em Brasília, crescido em Salvador, e cidadão do mundo. Funcionário público, bancário do BB.

Já fui rockeiro de só usar preto. Já fui romântico. Já fiquei feliz, triste, bêbado até cair no chão. Já amei, e já fui amado. Já amei e não fui amado. Já chorei igual um menino, e já passei anos sem chorar. Já quase fui drogado, já quase fui coroinha. Já fui católico, já fui bruxo. Já fui pra Fortaleza, Porto Seguro, Maceió, Aracaju, Petrolina, Irecê, Caldas Novas, Uberaba, Uberlândia, Goiânia, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, e outras cidades menores. Já fui pra shows de Legião Urbana, Engenheiros do Havaii, Gun´s Roses, Oasis, Foo Fighters, Silverchair, Sepultura, Red Hot Chilli Peppers, Cassia Eller, Los Hermanos, Cordel do Fogo Encantado, Iron Maiden, Tianastácia, Paralamas, Rappa, Planet Hemp, Raimundos, Movidos a Álcool, Navio Negreiro, Arnaldo Antunes, e outros. Já fui pra carnaval também. Já fui pra show de pagode, arrocha, forró, funk, brega, blues, reggae. Já beijei alguém que nunca soube nem saberei o nome. Já pulei de bungle jump, já fiz saltos ornamentais, já pilotei um avião de controle remoto, já viajei na cabine do piloto de um avião, já viajei 24hrs sozinho dentro de um ônibus. Já fumei umas 20 marcas de cigarro, e já tomei umas 50 bebidas diferentes. Já vi eclipse, já vi o sol nascer, e já vi o sol se pôr. Já vi o mundo girar, e já girei junto com ele. Já fui ver o Flamengo jogar no estádio, e perder por 5x0. Já fui op do #salvador e #bahia no mIRC. Já fui defacer, já fui carder, já fui cracker, já fui técnico de manutenção de micros. Já fui 2ºC no DeMolay. Já perdi eleição. Já ganhei. Já fui respeitado, já fui odiado. Já fui amado, já fui desprezado. Já fui fudido, já fui bem de vida. Já fui ex-fumante. Já fui em brega. Já bebi sozinho pra esquecer alguém. Já fui e fiz tanta coisa...
Mas hoje... quem sou eu?
Hm...
Eu sou aquilo o que eu quero ser.


por Genesys * 5:48 PM
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[Sexta-feira, Setembro 30, 2005]

Texto, na íntegra, colocado no meu orkut.

Atenção! Antes de me dar parabéns, por favor, leia essa pequena mensagem que deixei para vocês. Demorei um longo tempo escrevendo, e creio que vcs demorarão muito pouco lendo, então, dêem essa oportunidade a mim e a vocês mesmos.

Grande parte dentre os mais de 300 amigos que se encontram adicionados no meu orkut, tenho o prazer e a felicidade de conhecer pessoalmente, e alguns, apesar de anos sem ver, como a Mariucha, que não vejo há quase 11 anos, ainda assim, são pessoas que trago no coração e nunca vou esquecer. Porém, muitas dessas pessoas, não sei se por causa de tempo, ou por mero acaso da vida, que naturalmente afasta as pessoas, perdi praticamente todo o contato. E é pra essas pessoas que gostaria de dedicar algumas palavras.

Alguns de vocês já foram, ou são bem próximos a mim. Muitos, já perderam horas conversando comigo, brincando, bebendo, indo ao brega, hehehe, enfim: vivendo uma grande parte da adolescencia no qual me diverti um bocado. Mas então, o que aconteceu?

Aconteceu que eu me afastei de muita gente, visto problemas familiares, financeiros, mudanças de colégio e facul, mudança de endereço, e tudo o mais. E, muito provavelmente, aconteceram coisas parecidas com muitos de vocês. Mas e aí? Veio o orkut... eu estou aqui, e vocês estão aí. E por que só inventam de deixar scrap quando meu nome aparece na lista de aniversários?
Reconheço que sou um péssimo escritor de scraps, emails, comentador de flogs, blogs e tal, porém, algumas pessoas já tentei contato... e nada aconteceu.
Por várias vezes pensei, cheguei até a digitar nick de pessoas, onde gostaria de dizer palavras mais diretas, porém, esperarei cada uma dessas pessoas deixarem ou nao scrap para, caso a caso, dizer algo em especial.

Existem outras pessoas que passeiam por aqui também que não conheço pessoalmente, como é o caso das pessoas de Fortaleza, Rondônia, São Miguel do Oeste o.O, Rio, São Paulo, Goiania, Natal, Irecê, interiores da Bahia, Brasília, e outros, que não por menos, são muito queridos por mim, também em grande parte. Tem pessoas que já tenho contato há quase 6 anos, e mesmo assim, ainda estão aí. E um dia, quando eu ficar rico, farei questão de ir visitar e dar um carro zero! :D
E a essas pessoas, agradeço o fato de serem especiais e únicas, de mesmo de longe, serem alguem que posso chamar de amigo, e que posso contar pro que der e vier! O sentimento é recíproco.

E existem, aqueles, que já não são muitos, que sempre deixam scrap pra mim. A esses, que eu nunca agradeci antes, gostaria de deixar um abraço especial, e prometo, que a partir das mudanças que estão acontecendo em minha vida, serão sempre retribuidos, e em dobro!

E ainda existem aqueles que estão em minha vida quase diária, seja por MSN, seja onde eu moro, seja onde eu ando. Desses, que são poucos, faço questão até de citar alguns: Hugo Leonardo, meu irmão dentro e fora do DeMolay; Pedro Neto, antes um vizinho, hoje um amigo, companheiro de birita, resenhas, orkut e futuro parceiro de webdesign; Claudia Gondin, minha amiga, minha paixão, meu bebê, futura mãe dos meus 4 filhos, minha namorada prometida pra daqui a 2 anos; Gabriella Czarnobay Stürmer, minha amiga de nome impronunciável, lá de São Miguel do Oeste, que adoro de coração, que converso quaase todos os dias, toda linda e adorável ; A Louise, que anda sumida, e que enrolou pra me conhecer ; Priscilla Brito, a Priu, menina adorável de seios absurdos o.O, e de coração igualmente lindo, amiga pra qualquer hora; Talita... Talitinha... garotinha orgulhosa que adoro de coração! E que merece tudo para ser bem feliz... ; Beatriz, que apesar de eu ter ficado com raiva, ainda gosto de montão; Daniel, MeKe, amizade tão antiga... desgastada pelo tempo, e pelos erros, pela vida, pelos outros... ; Marina, amizade que não virou namoro pq ela é chata , mas hoje tão forte... que nem vale a pena trocar ; Thais Razzoni, a Feu_Dursta, e o Feu, também, casalzim que eu fui cupido ;) espero que fiquem juntos pra sempre ; E outros, que não citei ou por falta de memória, ou porque andam afastados. A vocês, saibam que tem um amigo pra o que der e vier, pra tudo o que precisar, menos dinheiro por enquanto, mas estamos aí, juntos, e pretendo que fiquemos por muitos e muitos anos ainda!

E, agora sim, chegando a onde eu queria chegar, quando pensei em deixar essa mensagem, gostaria que todos prestassem atenção nas palavras que vou escrever abaixo.

O que é uma amizade pra você? Eu, Diogo, sempre tive muitos conhecidos, visto minha necessidade enorme de atenção, ou carisma, porém, amigos, também nunca me faltaram. Pelo contrário, muitas vezes faltei em ser amigo dos meus amigos. E além dos amigos, tem aqueles no quais chamo de irmãos, que sabem perfeitamente quem são, e esses, estão comigo sempre. E a amizade, o que é? Vou dizer meu conceito: amizade é praticar o carinho, atenção e cuidados que gostamos de ter pelos que chamamos de amigos. E é nisso que as vezes, falhamos. Os fatores, muitas vezes externos, as vezes se resumem a mera preguiça. Preguiça de ligar, preguiça de mandar scrap, preguiça de mandar email, preguiça de clicar 2x no MSN e falar, preguiça de ir na casa, preguiça, enfim. E outras vezes, por distração, esquecimento. Não por falta de consideração, mas as vezes muitas coisas na vida acabam enxendo nossa cabeça, ou nosso tempo, e esquecemos as pessoas. E quando lembramos, seja pcausa de um aviso de aniversário de orkut, bate uma saudade... e as vezes, um bloqueio, um medo de se aproximar de novo da pessoa, e não ser recebido... Acontece isso frequentemente comigo. As vezes, passeio horas pelo orkut, lendo scraps daqueles que já não falo mais, lendo testimonials, as vezes solto um scrap, recebo outro, e acaba aí.

Será que isso é certo? Eu acho que não.
Estou fazendo 23 anos. Estou começando a trabalhar no Banco do Brasil, estou me preparando mais uma vez para morar só. Estou planejando uma reconstrução na minha vida, e eu quero meus amigos nela. E vou lutar sim, para tentar reconquistar algumas amizades já completamente perdidas, e cuidar para preservas as novas. E você?

Escrevi isso hoje, sem motivo aparente, mas é uma vontade que me segue há algumas semanas. Eu farei isso com meus amigos. E você? O que te impede de fazer com os seus? Eu vejo orkut´s com mais de 1000 amigos, 3000 scraps... e quantos deles tem amizades verdadeiras?
O orkut, em muitos aspectos, é um lixo. Mas foi um lugar onde consegui achar alguns amigos que eu nao veria de novo em lugar algum, provavelmente. Então, por que não usar dele para salvar velhas amizades?
E fora internet... quantos amigos temos que não ligamos mais? As vezes... eles podem estar precisando da gente...
Já recebi e recebo constante... muitos textos de amizade, bla bla bla, cheio de florzinhas, que não servem pra nada. Correntes. Eu odeio correntes. Então, já que não quero fazer uma, gostaria de ao menos atingir aqueles que vieram aqui no meu orkut por um motivo qualquer, mesmo que só pra me desejar parabéns. Sejam amigos. Uma paixão faz a gente voar, mas só os amigos cuidam da gente quando caímos lá de cima. Pensem nisso.
Ah, e só aceito presentes com mais de 15% de álcool em sua composição.

Diogo G. de Souza, em 30/09/05.


por Genesys * 7:56 PM
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[Quarta-feira, Setembro 07, 2005]

Herdeiros do fim do mundo, queimai vossa história tão mal contada...

E enfim, postando de novo. Andei meio sem tempo, e quando tinha tempo, não tinha vontade, e qdo eu tinha os dois, alguem não me deixava ¬¬

Mas acontece.
Bem, começando as novidades. Faltam 5 pessoas para eu ser convocado pelo Banco do Brasil para começar a trabalhar, funcionário público, concursado, com todos meus direitos e talz. E a partir daí, reconstruir a vida que me foi derrubada quando sai de casa, e uma sequencia de coisas ruins aconteceram, que felizmente agora são passado morto e enterrado. Mas enquanto nada se torna real, vou ficar só na expectativa mesmo, aguardando... me preparando. Mas todo mundo vai saber quando eu começar ;)

E o coração de Diogo?

...

Anda ocupado. Sim, ele tem uma nova dona. Que começou como brincadeira... mas que foi crescendo... crescendo... bem ao estilo Caetano. E de uma forma não menos avalassadora, me tirou daquela tranquilidade inquieta que eu me encontrava. Uma pessoa que apesar da pouca idade, tem me surpreendido todos os dias. Logo eu, sendo surpreendido! Uma pessoa linda, de um rosto lindo, de uma boca linda, que se não fosse tão pura seria quase impossível não desejar beijá-la dia e noite. Uma pessoa inteligente, apesar de loira, e como brinde, uma pessoa com personalidade forte. Tão forte que chega a ter 200 mil bloqueios e barreiras e arruma 500 mil empecilhos para enfrentar um relacionamento ou assumir um sentimento de verdade! hohoho o que mais eu ia querer hein?
Claudia, seu nome. Pros íntimos, cau. E pra mim, bb. (por mais manjado que bb seja ¬¬). Uma pessoa como outra qualquer, diante das diversas pessoas que encontro diariamente... mas uma pessoa que despertou minha atenção e me fez recuar em uma atitude em que eu me julgava certo. E me fez parar pra pensar sobre muita coisa. Mas como? Logo eu, dito homem feito, maduro?
Pois é... e a partir daí, as coisas deixaram de ser brincadeira. As conversas diárias, cada vez mais constantes. Enxerguei nela uma coisa tão preciosa, tão linda, que me pus a gostar dela sem medo. Apesar de todos os "não vai dar certo, desista, vc vai se machucar", que nao foram poucos (creio que centenas), persisti, persisti... e hoje, creio que consegui plantar uma sementinha de amor no coração dela.
Mas putz... ow menina difícil. Nunca na minha vida me sujeitei a mulher difícil, nem gostava! Aposto todas as minhas fichas nela pq ela, indiretamente, sempre indiretamente, ¬¬, me provou que gosta de mim, sim, e que só tem medo da forma como as coisas vão acontecer. E apesar de toda a minha vontade, e de meu poder de coagnição, e ainda, de persuasão, não consegui ainda exatamente o que eu quero. É, a princípio, uma paixão platônica e perigosa, diferente de todas as outras que tive. Mas pq diferente?

Pq em todas as outras, quando eu via dificuldade, quando eu via que ia sofrer, quando parecia ser impossível, eu entrava em depressão e fazia drama. E dessa vez, apesar do drama persistir, ehhehe, eu vou até o fim. Até o fim, signfica, que não vou me dividir, não vou deixar os medos ou dificuldades se colocarem entre eu e ela. Não vou desistir só porque está difícil. Pelo contrário, a parte difícil já passou: colocar a sementinha do amor (não levem na maldade) dentro dela. E a partir daí, as coisas vão acontecer quando esse sentimento brotar... quando ela começar a agir com o coração, e não com a cabeça, quando ela superar os medos dela, os bloqueios, as dúvidas, as coisas vão simplesmente acontecer.

Só não sei ainda como vou conseguir que ela queira fazer isso....

Mas espero que as coisas mudem. Espero que dê certo. Vai dar certo. Só é preciso calma... paciencia... e esperança.

Fora isso... hoje, excepcionalmente, eu não to mto legal não... meio triste, vazio, inquieto, chateado com alguma coisa que eu não sei o que é. Desanimado, até. E isso tem sido constante.. não sei se é pela solidão, mas provavelmente seja... é meio complicado vc criar sonhos, planejar, pensar como seria, calcular, botar no papel, preparar os detalhes, fazer plano b, plano de fuga, tudo... se vc faz isso quase sempre... sozinho. E por isso... ao fim desse POST... darei minha frase do dia.

"Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade."

Cau... sonha comigo. Torna isso real.


(Obs.: Tradução da música abaixo
Ela parece ser de verdade...
Ela tem gosto de verdade
Meu amor artificial

Mas eu nao posso ajudar o sentimento
Eu posso explodir pelo teto
Se eu simplemente virar... e correr.

Se eu pudesse ser quem vc quis..
Se eu pudesse ser quem vc quis...
Todo o tempo...


por Genesys * 9:21 PM
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[Terça-feira, Julho 19, 2005]

She looks like a real thing...
She tastes like a real thing...
My fake plastic love.

But I can't help the feeling
I could blow through the ceiling
If I just turn and run...

If I could be who you wanted...
If I could be who you wanted...
All the time.. all the time...

(Radiohead - Fake plastic trees)


por Genesys * 8:53 PM
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[Quinta-feira, Maio 05, 2005]

Ouvindo Djavan - A rota do Indivíduo (Ferrugem)
( Mera luz que invade a tarde cinzenta...)

Hoje sei lá, resolvi escrever pra variar.

As coisas continuam acontecendo numa velocidade incrível. A tal ruiva da história abaixo... teve um fim meio drástico, meio forte, meio orgulhoso, cheio de orgulho mesmo, sem mágoas. Só implorei pelo amor de Deus que ela não me ligasse mais, não me procurasse mais, porque eu me conheço e sei que tenho tendência a ceder pra solidção. E nao pretendo isso. Motivos? Não é ela. Não é, sei lá. Não dava, era bom, o sexo era fascinante, a presença muitas vezes agradável, mas a convivência em si, e a época meio "flutuante" de minha vida, não se adaptaram. Talvez se eu tivesse estável, com muito dinheiro, com tempo, luxo, já com minha casa de novo, com outra mente, talvez eu até casasse com ela. Mas como a situação está pelo menos um pouco distante disso, estou oficialmente solteiro novamente, e com o coração livre.

Claro que sinto saudades... claro que as vezes lá tarde da noite, lembrar dela gera um reflexo de pensar em outra coisa qualquer para que eu nao fique triste ou carente... Claro que eu queria estar com ela, se as coisas fossem diferentes... mas aprendi que num relacionamento, quando alguem quer que você ceda em algumas coisas, você quer sentir que a outra pessoa está cedendo também em outras coisas. E isso quando ocorria, só ocorria ou de um lado, ou de outro. Logo, mágoa, mágoa, mágoa, tristeza, e eu não admito mais isso na minha vida. Já chega né?

E a vida segue... fazendo frio aqui em Salvador, finalmente. Tinha tempo que eu não sei o que era sentir frio. Gosto de sentir frio, gosto de me cobrir todo até os pés pq eles estão congelando. Gosto demais de me cobrir! Nossa! uhaeuhaehae q coisa besta.

Andei meio desviado... andei dando uns "tiros", cheirando cocaína... já tinha cheirado antes, mas não vezes seguidas como aconteceu... e a vontade de querer mais veio vindo, veio vindo... e achei melhor parar antes que eu acabe viciado igual sou no cigarro. Felizmente o corpo não me sacaneou e a vontade passou... eu vejo tanta gente acabada pcausa de coca, tantos amigos meus torrando dinheiro com maconha, se escondendo, vivendo igual marginal... não, não quero isso pra mim não.
Alguem uma vez me disse que se droga fosse RUIM, ninguém usava. E tive o prazer (?) de descobrir isso na prática e ver que não é bem assim que as coisas funcionam. A maconha deixa sim a pessoa louca, eu mesmo quando fumava, minhas lombras eram tão absurdas que eu quase não conseguia chegar em casa. Tudo ficava em câmera-lenta, beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem devagar, tudo calmo... quando eu vejo as pessoas hoje doidonas, eu vejo quanto ridículo isso é. Talvez, se isso fosse uma coisa pra se fazer sozinho, se trancar em casa, fumar um, ligar o som alto e ficar olhando pro teto, fosse algo útil. Mas todo dia? Ah, que nada.
Já a cocaína tem o efeito meio contrário em mim. É fraco, mas dá claramente pra perceber. Outro dia eu dei uns tiros e fiquei quase 2 horas conversando com minha mãe de madrugada em Brasília sobre a criação dos meus irmãos como foi, como era e como deveria ser. Coisas que em sã consciencia eu não pensaria ou teria coragem de dizer. Ficava agoniado, andando, necessidade de conversar, de escrever, de tudo. Depois passa, não sei quando... Mas a sensação de "cheirar", de sentir o gosto do pó no nariz, de sentir aquele cheiro tentador, é sim viciante, e muito. Mas os efeitos, mesmo que venham depois, acabam vindo. E não me acho uma pessoa com características de ser um drogado não.
A bebida eu dei uma parada... to enjoando de beber todo dia. Agora só de vez em qdo, umas 2 vezes na semana hehehe.

Andei meio que me isolando um pouco de tudo, de todos. Tenho gostado de estar sozinho, pensar em bobagens. Perder tempo a toa... mas ainda sinto falta, aquela falta maldita de ter alguem do meu lado.
É difícil viu?

:\



por Genesys * 8:00 PM
Comentários:

[Quarta-feira, Março 09, 2005]

Algumas vezes na vida eu me sinto completamente perdido, e algumas dessas vezes, o primeiro pensamento que me vêm é a morte. Logo em seguida, penso nas pessoas que me amam, e a primeira idéia desaparece. Depois tudo acaba voltando ao normal, e vejo que o sofrimento foi desnecessário.

Tem muita coisa acontecendo de vez em minha vida, como por exemplo, voltas e reviravoltas sentimentais. Como isso já nao é novidade (oras, se voces tivessem acesso aos arquivos desse blog, veriam o nome de umas 10) resta a mim contar só os detalhes menos sórdidos: eu estou apaixonado por alguem que nao deveria estar.

Não que eu não vá ter essa pessoa, alias, ao contrário de algumas, essa pessoa eu já tive, já fiz coisas loucas, coisas agradáveis, e já me machuquei muito com ela. As pessoas que andam comigo diariamente sabem de quem eu falo, apesar de quase ninguém mais entrar aqui, porém, essa pessoa, que chamarei "Ruiva", tem me tirado alguns momentos de descanso e de tranquilidade noturna; Nao, claro, querendo entrar em pormenores de contar que a vejo toda noite, que passo horas ao seu lado, e hoje já sem praticamente nenhum contato estritamente sexual: apenas um carinho (as vezes mais quente), companhia, cumplicidade. Ficar longe dela (e felizmente já descobri que a ela funciona também assim) além de ser desnecessário e incomodativo, me causa uma saudade estranha. Sei lá, um sentimento estranho que sinto por essa figura, algo com muito medo e receio (coisa que eu nao costumava ter), onde nada carnal já está mais em jogo. Já até namoramos, apesar de isso ter durado mais ou menos 1 semana e meia, e ter acabado por erro de ambos. Já brigamos, já ficamos sem nos falar, já nos beijamos durante muito tempo, já dormimos abraçados várias vezes, já saímos, já vimos filme juntos, já passeamos de mãos-dadas (apesar dela nao gostar), já ficamos com outras pessoas nesse meio-tempo que a gente se conhece, nossa... conheco-a não a mais tempo do que 6 meses, mas a afinidade que temos (ao menos de nos entendermos) e o carinho que existe é enorme.

O sentimento vem crescendo diariamente, e eu não sei até quando vou conseguir controlar. Não que perder o controle seja prejudicial, em se tratando de paixões nunca é. Afinal, na prática, não tenho muito a perder.

O mais engraçado é que nesse meio tempo, nesse tempo que minha vida está completamente caótica (motivos os quais nao devem nem vão ser citados), muitas pessoas tem aparecido. Apareceu a Ana Paula, a que tinha sumido, a que tinha me encantado, e tudo foi tão mágico. A sequencia de acontecimentos, o nosso encontro regado a São Jorge, o falar com ela na Internet, e tudo indo... mas ela ainda tem alguem no coração, e isso atrapalha um bocado. Aí desanimei, poxa, eu não tenho mais lugar pra ficar despejando quantidade de decepções que tive na vida não. Chega.

Lembro e tenho lembrado muito de Érica, apesar de que da última vez que nos falamos, fui tratado com uma frieza tão explícita que nunca mais voltarei a procurá-la. ("Estou ocupada agora".) Não que estar ocupado seja uma coisa absurda, mas o tom de voz foi direto. Bem estilo "pra que você está me ligando?". Lembro dos momentos que eu era feliz por ter uma namorada, por poder ir vê-la, saber que ela sempre estaria ali pra mim. Mas hoje não creio mais que teria durado tanto, devido ao nosso amadurecimento e diferenças.

Tatiana? Nossa, lembrei outro dia, por vê-la no Orkut. Conversei com Hugo (bem, falo com Hugo quase todo dia) sobre isso, lembramos tantas coisas boas... e tantas coisas ruins, lembramos pessoas que já estavam esquecidas, lembramos fatos chatos e fatos muito chatos, e foi uma noite de muitas risadas e "rums". Mas hoje Tatiana está muito muito muito muito feliz, segundo relatos de pessoas que ainda são próximas de nós dois, e isso me traz, mesmo que muito pouco, uma felicidade. Ainda irei vê-la, claro, provavelmente ainda no meio do ano, conforme viagem já marcada pra fortal (passagem comprada e tudo! mas o dia é secreto pra quase todo mundo), e também irei conhecer muita gente que já falo tem anos.
Ticianna, falei com ela outro dia. Não temos muito mais o que conversar, não lembramos mais de nada do que fomos ou iríamos ser juntos.
As outras... ah, sao outras. Não existe mais ou menos no meu coração. Hoje entendo que eu não devo nunca ter realmente amado alguem. Eu vejo que amava a possibilidade de amar alguem e ser amado, amava o sonho que criava de viver ao lado da pessoa X, de planejar tudo, de realizar, de querer ter... De todas as mulheres da minha curta vida, poucas eu posso realmente dizer que foi "sério". Mas o tempo está indo, a Ruiva está aí. Já pensei em tornar isso mais sério. Já pensei em voltar a namorar. Noivar. Casar. Morar junto. Falta terminar o caos da minha vida, parar de fumar, parar de ser safado e parar de agir sem pensar.

Bem, estou agora de lente-de-contato verde-cinza. Ficou legal, muita gente nem percebe que é lente. Espero que isso me ajude a enxergar a vida com realmente novos olhos.



por Genesys * 4:44 PM
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[Segunda-feira, Fevereiro 07, 2005]

...Os gemidos da mão estremecida
Os brinquedos do tempo de criança
O sorriso fulgaz de uma esperança
E a primeira paixão da nossa vida.

O adeus que se da por despedida
E o desprezo que a gente não merece
O delirio da lagrima que desce
Um momento de angústia e de desgraça

Tudo passa, na vida tudo passa
Mas nem tudo que passa a gente esquece...


Chico Pedrosa, recitado por Lirinha do Cordel do Fogo Encantado.


por Genesys * 7:38 AM
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[Sexta-feira, Janeiro 28, 2005]

Blog fechado por tempo interteminado.

Motivo: Falta de comentários. Porra, eu sei que vocês visitam, sei que tem gente de Fortaleza que visita essa merda, Érica eu sei q entra mas nao pode comentar, e só Teka que comenta?
Ah pqp. To de recesso. Vo fazer otro blog.


por Genesys * 4:56 PM
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[Quarta-feira, Janeiro 19, 2005]

(...) A Paixão quer sangue e corações arruinados..
E saudade é só mágoa por ter sido feito tanto estrago
E essa escravidão, essa dor, não quero mais...
Quando acreditei que tudo era um fato consumado
Veio a FOICE, jogou-te longe, longe do meu lado...
(...)

E eu sei porquê você fugiu, mas não consigo entender...


por Genesys * 6:41 PM
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[Terça-feira, Janeiro 04, 2005]

"Ode as pessoas que são falsas
Ode a aquelas que não o são..."

Hoje eu vou falar de pessoas pequenas. Não, não de tamanho como eu, mas de pessoas de cabeça pequena. De alma pequena.
Havia muito tempo que eu não sentia raiva e ódio. De uma certa forma, isso é bom, rejuvenesce, dá brilho aos cabelos etc. e tal, limpa o sangue e o coração de impurezas como essa pessoa pequena que eu vou me referir agora. Mas raiva e ódio são como a paixão: explodem, queimam e apagam tão rápido..
Essa pessoa, na qual nome não há necessidade nem de se pronunciar (Lord Valdemort hehehe), "aquela que nao se deve dizer o nome", ao menos pra os que me conhecem, esteve muito próxima de mim e de minha vida nos últimos meses. Pessoa o qual me fez muitas mudanças na vida, apesar de algumas produtivas, e outras causadas apenas por ciúme doentio. Pessoa que me fez deixar de viver muuuuito, apesar de ter me trazido momentos de alegria, e até conseguiu me trazer lágrimas depois de tantos anos...
Pois é. mas hoje nao quero falar disso, ou talvez, falar disso diretamente. O interessante desse tipo de pessoa, é que mesmo com toda a bondade do mundo, com toda a vontade de fazer bem, as vezes não tomam conta da própria vida, ou nao deixam nem as pessoas tomarem conta da vida dela.
São pessoas no qual as vezes parecem Dementadores (hehehe andei lendo muito Harry Potter): alimentam-se de sonhos.
As vezes dos sonhos dos outros, as vezes dos sonhos próprios. Mas não entenda errado: entenda alimentar-se no sentido real da palavra, comer, digerir, transformar em merda. Viver (ou sobreviver) de ilusões. Passar o dia de hoje esperando o de amanhã, e o de amanhã pensando no depois-de-amanhã. E por aí vai.
E esse tipo de pessoa não faz nada mais além disso. Vive esperando o futuro. E quanto mais perto do futuro chega, mais doloroso o futuro vai-se embora. Vai, escorre entre os dedos. E aí a pessoa se perde, perde, perde, e procura outro sonho. Algo que não seja real. A realidade machuca. A realidade é como uma menina gorda, muito gorda, de 20 anos, maltratada pela mãe, infeliz e triste, sem ninguém que a queira. A ilusão é como esperar o príncipe encantado rico, que virá do céu, ou dos EUA, para mudar seu destino, transformá-la numa Cinderela e viverem felizes para sempre. Ah, já nao se fazem mais sapatos de cristal, é realmente uma pena.
Taí outro ponto a se tocar: pena. Esse mesmo tipo de pessoa, quando sofre, fica tão triste, mas tão triste, que a carência vem à tona. Grita pro mundo inteiro ouvir: EU PRECISO DE CARINHO! Mas o mundo, onde está? O mundo foi todo construído lá no futuro que não chegou, lembra?
Me pergunto como será o fim da história dessa pessoa. Será que realmente ela vai achar o príncipe encantado? Será? Será? Será?
Ah, traga-me uma Skol.


Desculpe a quem lê coisa de conteúdo aqui, e não sentimento puro há algum tempo.

Ah, e Teka:
Aí embaixo é a tradução da música Ne me quitte pas, tema de Presença de Anita :P

A todos, desejo-lhes paz, e distância de pessoas pequenas / gordas.


por Genesys * 4:03 PM
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